MOBILIDADE HUMANA
Tive a grata satisfação de participar do Encontro da Coordenação Ampliada das Pastorais da Mobilidade Humana entre os dias 21 e 22 de novembro de 2006, em Brasília-DF, representando a Pastoral Rodoviária.
Estiveram ainda presentes as pastorais: dos nômades (ciganos), junto aos refugiados, do mar (marinheiros), aos brasileiros no exterior, como também a participação integral de D. Jacyr Francisco Braido - bispo de Santos-SP e responsável pelo setor, como também do Assessor do Pe. Alfredo J. Gonçalves, entre outros, como: D. Odilo Pedro Sherer, secretário da CNBB (abertura) e da Ir. Delci (imprensa).
Em linhas gerais vimos o seguinte:

1) Contexto Social

Desafios
Discriminação, preconceito, xenofobia.
Rompimento dos laços.
Violações de direitos.
Legislação.

Ações
Estudar a legislação.
Combater a discriminação.
Defesa dos direitos humanos.

2) Conjuntura Eclesial

Desafios
Falta de recursos humanos.
Estruturas eclesiais pesadas, fixas.
Dificuldade de acesso aos sacramentos.
Falta de acolhida.

Ações
Formas móveis de pastoral.
Respostas específicas.
Tornar a Igreja acolhedora.
CNBB: rede de comunicação, página na internet.

3) Especificidades das Pastorais

Desafios
Pessoas em trânsito / mobilidade.
Desestruturação familiar.
Deslocamentos para trabalho.
Autonomia financeira.
Medo do desconhecido (língua, cultura).
Diversidade de situações.
Planejamento (imprevisível).

Ações
Simbologia.
Responder à diversidade cultural.
Colaboração entre estas pastorais.
Melhor comunicação entre elas.
Inculturação, integração.
Articulação de serviços

4) Espiritualidade

Peregrinação: provisoriedade, caminho
Solidariedade
Pessoa humana (centro)
Abertura ao outro, ao novo
Episódios evangélicos
Encontro (água/sede)
Símbolo da tenda
Comunicação com o diferente
Itinerância
Leitura bíblica
Doutrina Social da Igreja (princípios)
Providência divina
Escatologia.
Igreja Peregrina

Pe. Germano Nalepa (Pastoral Rodoviária)

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PASTORAL RODOVIÁRIA (PASTORAL DA ESTRADA) NO BRASIL

01.- Como surgiu a idéia de fundar a Pastoral Rodoviária?

Um padre amigo, que viera da Europa para nos fazer visita, quando tinha chegado perto de Brasília (a capital nacional), ficou espantado com placas rodoviárias, as quais informavam a distância daquele ponto para diversos estados do Brasil... A maioria das distâncias era medida em milhares de quilômetros... – “Deixem que eu tire a foto destas placas, porque na Europa ninguém vai acreditar nestas distâncias dentro do um mesmo país!” – pediu... Pois é, isso é o Brasil. Do tamanho de toda a Europa (sem a parte russa). Um verdadeiro “continente”. Com muita gente (um pouco mais de 180 milhões de habitantes). Com muitas estradas. E com muito tráfego de automóveis, camionetes, caminhões e ônibus.
Nesse ambiente inseriu-se a Pastoral Rodoviária, tornando-se – se usarmos palavras do Padre Richard McCullen, Superior Geral (na época) da nossa Congregação da Missão, proferidas em 1988 – “Questa é la piú piccola Casa della Missione e la piú grande parrocchia del mondo”.
A Pastoral Rodoviária no Brasil teve início no ano 1976. Desde o começo, optamos pelo serviço religioso destinado aos profissionais do transporte, principalmente os caminhoneiros. Há no Brasil cerca 1.500.000 de caminhoneiros (não falando de outros componentes do Povo Rodoviário), e é de admirar que a Pastoral Rodoviária não surgiu bem antes daquele ano 1976 (mas eu sonhei com este tipo de trabalho já desde 1966)!

02.- A idéia da Pastoral Rodoviária e sua dinâmica

Acredito que a idéia fundamental de qualquer gesto pastoral (também de um gesto que possamos identificar como pertencente ao ambiente rodoviário) é a valorização da pessoa humana perante Deus. Mesmo que sejam gestos bastante superficiais, como são, p.ex., festas religiosas externas (na nossa área de interesse: a Festa dos Motoristas). Mais ainda, quando se trata de fazer um gesto de evangelização genuína.
Quanto à Pastoral Rodoviária no Brasil, surgiu de encontro de duas idéias muito próximas: a idéia de D.Geraldo Micheletto Pellanda, DD.Bispo Diocesano de Ponta Grossa-PR e a idéia do autor destas linhas.
D.Geraldo viu o volume de tráfego rodoviário nas estradas que cortam a Diocese de Ponta Grossa-PR e preocupou-se em encontrar um modo de levar o Evangelho para este ambiente. Foi por isso que, participando do Concílio Vaticano II, lá pelo ano 1965, providenciou a cópia al-fresco da imagem de Nossa Senhora da Estrada (baseada no quadro de “Madonna della Strada” da igreja “Del Gesú” em Roma). D.Geraldo sonhava com a construção de uma capela e de um centro de atendimento pastoral dos motoristas em viagem.
A idéia de atendimento específico aos motoristas (principalmente aos profissionais do volante) também foi acalentada por mim durante muitos anos. Entretanto, nunca imaginei que ia assumir pessoalmente esse serviço. Tive razões para isso: dificuldades com e língua - sendo estrangeiro - e a falta de identificação mais aprofundada com o ambiente rodoviário. Foi justamente D.Geraldo quem me desafiou a encarar a Pastoral Rodoviária. O que lembro hoje, é que - na época - não tive alguma idéia concreta de como começar e conduzir esse trabalho. Tive, sim, algumas pistas: não quis me prender a algum centro de atendimento pastoral dos motoristas em viagem, mas estar presente no ambiente de trabalho do pessoal da estrada, acompanhar os motoristas profissionais, sentir a sua vida e inserir nessa vida o Evangelho. A idéia concreta da Pastoral Rodoviária foi forjada pelos acertos e erros dos anos subsequentes.
Logo depois de iniciada a Pastoral Rodoviária no Brasil, veio nos traçar caminho o documento do Pontifícia Comissão para as Migrações e o Turismo sobre o apostolado da estrada (cf. “Comunicado Mensal da CNBB”, Nº 313/Outubro de 1978) . Agora também contamos com o amplo respaldo das decisões e do planejamento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bem como do seu setor da Mobilidade Humana (Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz / Setor Pastorais da Mobilidade Humana).
Para finalizar, a idéia atual da Pastoral Rodoviária é seguinte:
- valorização, pelo Evangelho, de quem vive e trabalha no ambiente rodoviário;
- presença ambulante da Igreja nas estradas de todo Brasil;
- ajuda na organização social dos motoristas profissionais (conforme o lema: “O povo unido - pela força de Deus - jamais será vencido!”).

03.- Metodologia aplicada na Pastoral Rodoviária

O ponto de partida foi e é a Missa (denominada: Missa Rodoviária ou Missa dos Motoristas). Partimos da colocação do Vaticano II, de que a Missa é “a fonte e o cume” da vida cristã. Não instrumentalizamos a Missa para “arrebanhar” o povo. Simplesmente não idealizamos a vida cristã, aceitamo-la em sua dimensão real como é vivida pelo pessoal que trabalha na estrada (com suas virtudes e deficiências). E – já que o povo identifica Missa como a expressão máxima do catolicismo – tornamo-la como ponto de referência.
No entanto, o nosso trabalho não se restringe somente à Missa. A Missa é o fecho do dia. Durante o dia todo, marcamos a presença ambulante da Igreja nas viagens e durante as visitas aos estabelecimentos rodoviários (postos de combustível, restaurantes e lanchonetes rodoviários, oficinas, borracharias, postos de polícia rodoviária, etc.).
As visitas têm como finalidade:
- criar um ambiente de amizade nas estradas;
- valorizar, pelo Evangelho, a quem vive e trabalha no ambiente rodoviário.
Para conseguir isso, usamos a conversa fraterna, a distribuição de pequenas lembranças e folhetos com mensagens ou com avisos.
A própria Missa acontece, em geral, no fim da jornada:
- no pátio de um estabelecimento rodoviário, que o pessoal da estrada considera como o seu chão;
- dentro do caminhão-capela, com o povo presente no pátio;
- a pregação focaliza assuntos vividos pelos participantes à luz do Evangelho;
- a Missa é simples; não queremos criar ilusão duma Missa especial, diferente da que se faz nas comunidades paroquiais (não pretendemos criar uma “Igreja Rodoviária”; queremos, sim, ajudar na integração do pessoal da estrada na vida total da Igreja).

4.- Como é a receptividade dos fiéis? Quantas pessoas costumam freqüentar uma Missa na estrada?

Cada Missa é diferente. Já fizemos celebrações com a presença de mais de 2.000 pessoas (falando apenas das Missas nas estradas e não durante as Festas dos Motoristas), e também com a meia-dúzia. O padrão é: 90-100 pessoas adultas (com a média de caminhoneiros: 10 participantes).
Afora os caminhoneiros, lidamos na estrada com 4 grupos humanos:
01) O pessoal dos serviços rodoviários, que também faz parte do Povo Rodoviário: o pessoal que opera um posto de combustível, um restaurante, uma lanchonete, uma borracharia, uma oficina mecânica, etc., participa em muito bom número e bem.
02) Os vizinhos e amigos dum posto de combustível formam outro grande grupo e participam muito bem (a menos que alguém tenha vindo por curiosidade..., este não volta nunca mais).
03) Gostaríamos de contar com os outros trabalhadores do transporte rodoviário, como taxistas, motoristas de ônibus, viajantes profissionais e policiais rodoviários, mas devido ao seu tipo de trabalho (compromissos, horário, etc.), a presença deles – em geral – é escassa.
04) A presença de turistas é mínima.

5.- Casamentos e batizados? O confessionário é muito visitado pelos motoristas profissionais?

Quanto aos casamentos, batizados e funerais: houve vários casos, principalmente nos primeiros anos, quando as viagens eram restritas ao Estado do Paraná (1976-80). Depois, praticamente, não. Os batizados e casamentos exigem uma boa preparação no seio de uma comunidade estável. Não é possível atendê-los “en passant”.
Quanto ao Sacramento da Penitência: se levarmos em conta a qualidade de confissões (o número não nos interessa), então a situação é alentadora. Os caminhoneiros que fazem as confissões são pessoas sérias. Nem sempre sabem se expressar (mas nós ajudamos), porém procuram a Deus com seriedade. – A maioria das confissões acontece nos pontos finais de viagem, quando o motorista profissional não se sente apressado pelo horário a cumprir.

6.- Qual é avaliação sobre a religiosidade dos caminhoneiros brasileiros?

São trabalhadores do transporte. É gente honrada! E de muitíssima fé! Do ponto de vista psicológico, dá para aventar uma hipótese: qualquer pessoa, que vive em situação de contínua falta de estabilidade, procura alguns pontos firmes para ancorar a sua vida. Identifico sempre 2 pontos firmes na vida dos caminhoneiros: Deus e família. – Para os caminhoneiros, porém, faltam oportunidades de progredir na fé. E exprimi-la. Aqui está o “gancho”, em que engatamos a Pastoral Rodoviária.

7.- Quais os maiores desafios que são enfrentados pelos caminhoneiros na rotina da profissão?

Existem desafios de diversos tipos. Aqui aponto apenas 3 tipos:
01) Normais (ao menos para mim), que o motorista enfrenta como pode... Como dizem os caminhoneiros: “Quem não quer se molhar, não sai na chuva!”.
02) Passíveis de mudança (para melhor ou para pior); condições de trabalho (carga horária, exploração econômica, assaltos, etc.), condições das estradas (não é bom nem comentar!), condições de saúde, condições de convivência, e muitos outros. A mudança para melhor, a meu ver, é possível somente com a união e a organização da classe dos caminhoneiros.
03) A solidão. Este é o maior desafio (muitas vezes o percurso diário excede 1.000 km, e a viagem pode durar dias, semanas e até meses). Aqui não falo tanto de um homem (ou mulher, porque existem também caminhoneiras) estar passando horas e horas sozinho na boléia... Falo do afastamento da família: único ambiente, onde um homem (ou mulher) ama e sente-se amado (-a) de verdade. Esta solidão pode desestruturar qualquer um...
Na nossa ação, ajudamos o Povo Rodoviário encontrar-se com Deus (o que dá sentido à vida e ao trabalho), fazemos sentir um pouco mais os laços que unem qualquer pessoa com a sua família, apoiamos uma abertura maior para a convivência fraterna e solidária. Não é muito, mas já é alguma coisa.

8.- Como é o dia-a-dia de um padre na estrada?

Os meus colegas da equipe da Pastoral Rodoviária – Padre Miguel Staron, C.M., e Padre Germano Nalepa, C.M. – estão presentes nas estradas do Brasil durante aproximadamente 230 dias de cada ano.
O nosso dia-a-dia consiste basicamente em viagem (os meus colegas percorrem anualmente mais ou menos 50.000 km cada um), visitas aos estabelecimentos rodoviários, e a Missa (em geral: à noite) .
01) Viagem: além da função óbvia de favorecer o deslocamento, serve para destacar a presença da Igreja nas estradas, no meio do Povo Rodoviário. A viagem diária compreende – em geral – de 100 a 300 km (as vezes, é bem mais comprida; em várias ocasiões, houve viagens de mais de 500 km diários).
02) Visitas aos postos de combustível, restaurantes, lanchonetes, borracharias, oficinas, postos de polícia rodoviária, e assim por diante (em média: 20 visitas por dia). A finalidade destas visitas é semear amizade, conversar, atender diversos pedidos (também aceitar os pedidos das futuras Missas). Este é o trabalho principal no esquema da Pastoral Rodoviária.
03) Finalizamos a viagem e as visitas com a Missa (em geral, à noite). É o ponto alto do dia. É a recapitulação da vida e do trabalho. É o reabastecimento.
Afora isso:
a.- Planejamos o trabalho (as rotas futuras, o esquema das Missas nas estradas, o material necessário, etc.).
b.- Satisfazemos as necessidades culturais próprias (um livro, CD, rádio, jornal naTV ou impresso, material de estudo).
c.- Os meus colegas (eu: muito pouco) dedicam também um bom tempo à comunicação mútua e à troca de experiências.

Pe.Marian Litewka, CM
da Pastoral Rodoviária no Brasil

ANEXO: Cronologia, abrangência e detalhes finais

01) Antecedentes:
- em várias paróquias, a partir das décadas 1940 e 1950, promovem-se as Festas dos Motoristas (em geral: de São Cristóvão), com caráter: religioso, folclórico e financeiro;
- há casos de trabalho pastoral mais sério - referente aos motoristas - de alguns padres, porém limitado ao âmbito de suas paróquias;
- idéia de D.Geraldo Micheletto Pellanda, DD.Bispo Diocesano de Ponta Grossa-PR acerca da necessidade de algum atendimento pastoral dos motoristas profissionais;
- idéia do Padre Marian Litewka, C.M.;
- o encontro das idéias e a decisão de iniciar o trabalho pastoral nas estradas (da Diocese de Ponta Grossa + do Sul do Estado do Paraná + da totalidade do Estado do Paraná + do Brasil).
02) Apoio da Congregação da Missão (C.M.): liberação de um padre (depois: vários padres) para a Pastoral Rodoviária.
03) Apoio dos Srs.Bispos (do Paraná, etc.).
04) Apoio financeiro da AÇÃO ADVENIAT (6 vezes, entre: 1976-94).
05) 1976 - início da Pastoral Rodoviária no Brasil (“de leve”); veículo - um automóvel “Corcel-Belina”.
06) 1977 até 1980: apenas o Estado do Paraná (PR).
07) Contatos com a Espanha.
08) 1980 - aquisição de um caminhão, transformado em caminhão-capela (é o primeiro de uma série de 7 caminhões, contando com os 3 atuais - em 2005).
09) 1981: o Estado de Santa Catarina (SC) e o Estado do Rio Grande do Sul (RS).
10) 1982: o Estado de São Paulo (SP), o Estado do Mato Grosso do Sul (MS) e o Estado do Mato Grosso (MT).
11) 1983: os Estados do Rio de Janeiro (RJ), do Espírito Santo (ES), da Bahia (BA), de Minas Gerais (MG) e de Goiás (GO).
12) A partir de 1984, a Pastoral Rodoviária firma-se nos Estados: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul (parcialmente também: o Estado de São Paulo e o Estado Mato Grosso).
13) Adesão de irmãs Religiosas Missionárias de Nossa Senhora das Dores / RMNSD à Pastoral Rodoviária (1985-1996).
14) 1988: Padre José Carlos Chacorowski, C.M. (Padre Zé-da-Estrada).
15) Retomada e desenvolvimento (Padre José Carlos e irmãs RMNSD) da Pastoral Rodoviária nos Estados: São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Goiás.
16) Início e desenvolvimento (Padre José Carlos e irmãs RMNSD) da Pastoral Rodoviária no “resto” do Brasil.
17) 1993: Padre Miguel Staron, C.M. (é ele quem iniciou o trabalho pastoral nas estradas dos Estados Rondônia e Acre).
18) 1996: Padre Germano Nalepa, C.M. (no lugar do Padre José Carlos Chacorowski, C.M.).
19) Abrangência atual: estendemos o nosso serviço a todo o Brasil, entretanto mais justo seria dizer “à metade do Brasil”, porque ficou fora - por falta de estradas viáveis - o grande Estado de Amazonas (AM), bem como o Estado de Amapá (AP) e o Estado de Roraima (RR).
20) O Responsável pela Pastoral Rodoviária é o atual Bispo Diocesano de Ponta Grossa-PR, D.Sérgio Braschi.
21) Como agentes prestativos, trabalham atualmente: Padre Marian Litewka, C.M. (por enquanto, em tratamento de saúde) - desde 1976, Padre Miguel Staron, C.M. - desde 1993 e Padre Germano Nalepa, C.M. - desde 1996. Para uso dos 3 padres estão 3 caminhões-capelas.
22) O sustento da Pastoral Rodoviária é baseado nas ofertas espontâneas do pessoal da estrada. Não aceitamos quaisquer doações de grandes empresas, nem do governo. Ajuda especial (para diversos projetos), até o ano 1994, recebemos da AÇÃO ADVENIAT e somos muito gratos por isso aos nossos irmãos da Alemanha.
23) Gratidão: ao falecido Sr. Bispo D. Geraldo Micheletto Pellanda, aos Srs.Bispos que o sucederam na Diocese de Ponta Grossa-PR, à Congregação da Missão Província do Sul (CMPS), à AÇÃO ADVENIAT (da Alemanha), às abnegadas irmãs da congregação de Religiosas Missionárias de Nossa Senhora das Dores, enfim a todos que nos ajudaram de alguma forma durante 30 anos da história apresentada acima.